sábado, 14 de maio de 2011

É importante saber!


DDA (Distúrbio do Déficit de Atenção) ou
TDAH (Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade)
O que é?
A sigla DDA significa Distúrbio do Déficit de Atenção. Trata-se de um funcionamento mental caracterizado pela seguinte tríade de sintomas: desatenção, impulsividade e hiperatividade ou excesso de energia.
Qual a população atingida?
Aproximadamente 6% da população infantil apresentam este funcionamento mental diferenciado. Ele ocorre independentemente de etnia, níveis de escolaridade, graus de inteligência e condições sócio-econômicas.
No que tange o gênero, estudos recentes sugerem que a proporção de meninos para meninas seja de 2:1.
Entre as meninas predominam os sintomas de desatenção. Já entre meninos, predominam os sintomas de hiperatividade/impulsividade. A conseqüência desta diferença é que o DDA é mais facilmente percebido em crianças do sexo masculino, já que sua intensa agitação atrai mais atenção.
No sexo feminino, o problema pode passar despercebido, causando atrasos no diagnóstico ou até mesmo que nunca seja feito. Além disso, não se sabe ainda ao certo se o DDA é realmente mais freqüente em meninos ou se é subdiagnosticado em meninas.
Durante a adolescência, algumas características do DDA podem ser exacerbadas, como a impulsividade, que, aliada aos conflitos próprios à idade, podem gerar rompantes de agressividade. A crescente dificuldade das tarefas escolares é agravada pela tendência à desorganização e à distração, em um momento em que os pais já não fazem tudo para o filho "crescidinho".
Sinais de alerta para o DDA em crianças e adolescentes
Com freqüência deixa de prestar atenção a detalhes ou comete erros por descuido em tarefas escolares e outras
Com freqüência tem dificuldade em manter a atenção em tarefas e atividades lúdicas
Com freqüência parece não escutar quando lhe dirigem a palavra
Com freqüência não segue instruções e não termina tarefas (não por oposição ou incapacidade de compreender instruções)
Com freqüência tem dificuldade para organizar tarefas e atividades
Com freqüência perde coisas necessárias para tarefas ou atividade (brinquedos, lápis, etc.)
É facilmente distraído por estímulos alheios à tarefa
Com freqüência apresenta esquecimento em atividades diárias
Com freqüência agita mãos e pés ou se remexe na cadeira
Com freqüência abandona sua carteira em sala de aula ou em outras situações em que se espera que permaneça sentada
Freqüentemente corre ou escala em demasia, mesmo quando é inapropriado ao local ou situação
Está freqüentemente "a mil" ou "a todo vapor"
Com freqüência fala em demasia
Com freqüência responde precipitadamente antes de uma pergunta ter sido completada
Com freqüência tem dificuldade para aguardar sua vez
Freqüentemente interrompe ou se mete em assuntos dos outros.
O que causa o DDA?
O DDA é causado por um mau funcionamento da neuroquímica cerebral. O mecanismo exato não foi descoberto ainda, mas estudos confirmam que há uma alteração metabólica principalmente nas regiões pré-frontal e pré-motora do cérebro.
Como a região frontal é a principal reguladora do comportamento humano, falhas no funcionamento bioquímico desta região levariam às alterações encontradas no DDA (desatenção, impulsividade e inquietação).
Outro aspecto é o forte componente hereditário do DDA. É comum a ocorrência de DDA em várias pessoas de uma mesma família.
Fonte: www.medicinadocomportamento.com.br

9 Maneiras de ser um professor mais eficiente! Vale a pena refletir!

1.SÃO OS ALUNOS QUE IMPORTAM
Alguns professores sentem-se extremamente orgulhosos de seus cargos. E dá até para entender a razão. Afinal, são anos e anos de pesquisas e estudos para estar ali, naquela sala de aula. E agora aqueles alunos seriam os sortudos que iriam beber da sabedoria dele por todo ano letivo. Aqueles que pensam assim estão construindo uma imensa barreira entre eles, os estudantes e o aprendizado. Os melhores mestres vêem a si mesmos como guias. Eles compartilham o que sabem, porém entendem que eles não são o foco principal daquela sala de aula. Seus discípulos o são. Não se deve perguntar "o que eu vou fazer hoje", mas sim "o que eu espero que meus alunos façam/aprendam hoje". O planejamento do dia fica muito mais fácil.
2. ESTUDE OS ESTUDANTES
Imagine um professor entrando em sala de aula dizendo: - Bom, abra seu livro na página... na página que vocês encontrarem essa matéria. Nada pior para a imagem, não é mesmo? Se é importante conhecer o material didático, imagine entender seus alunos. Que, ao contrário dos livros, não são feitos em série. Cada um possui uma particularidade, algo que o faz único. É fácil imaginar que é complicado descobrir o que cada um deseja, o que motiva seus estudantes. Mas faça uma analogia. Imagine que um amigo que mora longe lhe telefona. Ele diz que está em sua cidade e quer fazer-lhe uma visita, como se chega em sua escola? Qual a pergunta que você faz nessa situação? - Você está perto do quê/em que rua? Logo em seguida, pergunta se ele está a pé ou de carro. A partir daí, pode indicar o caminho certo para se encontrarem. Da mesma forma, seus alunos. Se você quer que eles tenham aprendido alguma coisa no final do ano, primeiro descubra onde estão, quais os recursos que possuem.
3. SE VOCÊ QUER QUE ELES SE ARRISQUEM, OFEREÇA SEGURANÇA
Parece estranho, mas aprender pode ser uma atividade desconfortável. Os discentes têm que descobrir o que eles não sabem, jogar fora muito daquilo que eles achavam que sabiam.Por isso, crie um ambiente de segurança. Iluminação e cores corretas ajudam, além de diversos outros detalhes ao alcance do professor: A - Decore as paredes com os trabalhos dos alunos, ou fale sempre nos exemplos e nos casos que eles trazem para sala. A idéia é fazer com que a sala de aula seja um lugar que pertença a eles, alunos. B - Da mesma maneira, crie um pequeno ritual para início de aula. Pode ser algo simples, como entrar e dar bom dia de determinada maneira, ir até um ponto da sala e sorrir. Com isso, os alunos percebem, inconscientemente, que eles estão em terreno conhecido e que não há o que temer.


4. VULNERABILIDADE NÃO COMPROMETE A CREDIBILIDADE
Um professor não precisa ter todas as respostas. Se você disser "eu não sei", isso não significa que sua classe vai acreditar menos em você. Ao contrário, seus alunos irão admirá-lo ainda mais.
5. REPITA OS PONTOS IMPORTANTES
O norte-americano William H. Rastetter foi professor da Universidade de Harvard antes de ser chamado para dirigir uma grande empresa. Ele passa uma regra para seus colegas: "A primeira vez que você diz alguma coisa, as pessoas escutam. Se você fala uma segunda vez, as pessoas reconhecem aquilo; e se você fala uma terceira vez, elas aprendem." O desafio é fazer isso de forma que você não se torne chato ou repetitivo. Mude as palavras, passe conceitos através de exercícios e experiências. Use sua criatividade.
6. BONS PROFESSORES FAZEM BOAS PERGUNTAS
Fazer perguntas que se respondam com "certo" ou "errado" não estimula uma boa discussão em sala de aula. Procure fazer perguntas abertas. Por que isso funciona assim? Qual a razão dessa reação/atitude? E se fizéssemos de outra maneira?
7. ESCUTE MAIS DO QUE FALA
Ao lecionar, aquilo que você faz é tão importante quanto aquilo que você diz. E escutar o que seus alunos têm a dizer significa que você se importa com eles, que leva em consideração as idéias da classe. Permita momentos de silêncio em sala de aula, eles significam que o conhecimento está sendo processado. E lembre-se, nem sempre seus alunos se comunicam por palavras. Fique atento aos sinais não escritos, como olhares, movimentos, entre outros.
8. PERMITA QUE OS ALUNOS ENSINEM ENTRE SI
Você não é a única fonte de conhecimento disponível a seus alunos. Eles também aprendem entre si. Uma turma de alunos funciona como um triângulo de aprendizado, no qual o professor é apenas um vértice. Use essa força a seu favor. Dê a seus alunos pequenos textos, e peça que eles o interpretem entre si para responder uma questão. Naturalmente eles escutam mais uns aos outros para encontrar a solução mais adequada.
9. PAIXÃO E PROPÓSITO
O que faz a diferença entre um bom professor e um excelente professor não está nos cursos feitos, não aparece nas teses defendidas nem nas pesquisas feitas. Independe dos anos de profissão. É a paixão pelo lecionar, por estar ali, todos os dias. É algo que contagia os estudantes e que não pode ser fingido. Se você possui essa vontade para passar-lhes algum conteúdo, só falta informar-lhes o que deve ser aprendido. Faça com que todas as pessoas na sala de aula tenham um objetivo comum. Para que é necessário aprender aquilo? Exatamente o que a classe deve saber de novo até o final do ano?



Sugestão para trabalhar os sinais de pontuação. Você pode criar uma história ou até mesmo um teatro com fantoches, basta usar a criatividade!







domingo, 1 de maio de 2011

Leitura é a essência da educação



Analisar a importância da leitura, como processo, para a formação do cidadão da sociedade de massa e defender que a leitura é capaz de influir diretamente na ascensão social das pessoas, pelos caminhos práticos que ela abre pelo enriquecimento cultural que proporciona e pela capacidade de diferenciação que efetiva: o leitor competente nunca será mais um na multidão.
Pensar uma sociedade mais igualitária a partir da democratização da leitura. Será que há uma possibilidade ou é simplesmente um mito ou utopia. Sempre que se olha a estrutura desigual da sociedade brasileira, o que se vê de mais preocupante é a distância entre os incluídos e os excluídos dos benefícios que uma educação pode proporcionar ao ser humano.
A Leitura é um dos fatores essências para a inclusão, trazendo um enriquecimento particular e social aos leitores. Vivemos em uma sociedade individualista e só conseguirá se sobressair com facilidade desse conceito um cidadão bem instruído, capaz de entender o que acontece em sua volta. O leitor traz consigo um mundo amplo e conciso e se inclui com dignidade na multidão. O leitor se forma no decorrer de sua existência e experiências de interação com o universo natural, cultural e social em que vive. A leitura na escola tem sido um objeto de ensino mais para que se constitua também como um objeto de aprendizagem é necessário que faça sentido para o aluno. O processo de leitura se dará quando o professor trabalhar com textos diversificados e diferentes gêneros.
Se o objetivo é formar cidadão capazes de compreender diferentes textos temos que superar algumas concepções sobre o aprendizado inicial da leitura. É possível aprender em qualquer período de vida sendo a leitura como a principal essência para a Educação.